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Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Marina JHC e Arthur Lira na disputa pelo Senado em Alagoas

Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Marina JHC e Arthur Lira na disputa pelo Senado em Alagoas
1 de 2 Candidatos a Senado em Alagoas — Foto: Montagem/g1

Cenário eleitoral para o Senado em Alagoas

A disputa por uma das duas vagas ao Senado Federal por Alagoas em 2026 apresenta um cenário de alta competitividade, segundo dados da pesquisa Quaest, divulgada nesta sexta-feira (25). O levantamento, encomendado pela TV Asa Branca, coloca os nomes de Marina JHC e Arthur Lira em situação de empate técnico na liderança das intenções de voto, ambos com 20% na média geral das menções.

O estudo, que ouviu 804 eleitores entre os dias 21 e 24 de setembro, reflete a complexidade do pleito, que exigirá que cada cidadão escolha dois candidatos diferentes para a câmara alta do Congresso Nacional. Com margem de erro de 3 pontos percentuais e um nível de confiança de 95%, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número AL-09692/2026.

Intenções de voto e a dinâmica da disputa

Além da liderança compartilhada, o levantamento aponta o ex-senador Renan com 17% das intenções, seguido por Davi Davino Filho, que aparece com 10%. O cenário, contudo, é volátil: na pesquisa espontânea — quando os nomes não são apresentados aos entrevistados —, o índice de indecisos atinge 60%, evidenciando que grande parte do eleitorado ainda não consolidou suas preferências para o pleito.

Quando os dados são segmentados pela ordem de escolha (primeira e segunda vaga), a dinâmica se altera levemente. Na primeira opção, Marina JHC lidera com 25%, seguida por Arthur Lira (23%) e Renan (21%). Já na segunda vaga, o cenário é mais pulverizado, com Arthur Lira aparecendo com 16%, Marina JHC com 15% e Renan com 14%, o que reforça a importância das estratégias de alianças e composição de chapas para a conquista do segundo voto.

Rejeição e definição do voto

Um ponto de atenção para os principais nomes da disputa é o índice de rejeição. Entre os entrevistados, Renan apresenta a maior taxa, com 38% de rejeição, enquanto Arthur Lira registra 29%. O levantamento também mediu a convicção do eleitor: 76% dos entrevistados afirmam que sua escolha é definitiva, enquanto 23% admitem que ainda podem alterar o voto até o dia das eleições, marcadas para 4 de outubro de 2026.

A análise detalhada sobre o conhecimento dos candidatos mostra que, apesar da alta exposição de figuras como Renan e Arthur Lira, o eleitorado alagoano ainda mantém um percentual significativo de indecisão, o que abre espaço para o crescimento de candidaturas alternativas, como a de Dr. Wanderley, que pontua com 7% na média geral. Para mais detalhes sobre o panorama político, acesse o portal G1.

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