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Lula critica oposição e reforça apoio ao fim da escala 6×1 em ato no Distrito Federal

Em ato no DF, Lula defende fim da escala 6x1, critica oposição e reforça pauta da soberania nacional na reta final da campanha eleitoral.

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  • Defesa da redução da jornada de trabalho O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aproveitou…
  • A proposta, que tem gerado intensos debates no Senado Federal, busca garantir que os trabalhadores cumpram uma jornada de cinco dias com…
  • Durante o evento, realizado a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília, o petista destacou a importância da mobilização popular em…
Lula critica oposição e reforça apoio ao fim da escala 6x1 em ato no Distrito Federal
© Bruno Peres/ Agência Brasil

Defesa da redução da jornada de trabalho

O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aproveitou um ato de campanha em Ceilândia, no Distrito Federal, para reiterar seu apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa extinguir a escala de trabalho 6×1. A proposta, que tem gerado intensos debates no Senado Federal, busca garantir que os trabalhadores cumpram uma jornada de cinco dias com dois dias de descanso semanal.

Durante o evento, realizado a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília, o petista destacou a importância da mobilização popular em torno da pauta trabalhista. “Essa é a passeata que quer reduzir a jornada de trabalho, para as pessoas trabalharem cinco dias e descansarem dois”, afirmou o presidente diante de apoiadores, reforçando que o tema é central em sua plataforma para o segundo turno das eleições.

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Críticas à oposição e ao setor financeiro

Em um discurso marcado por tom incisivo, Lula direcionou críticas severas aos seus adversários políticos. O presidente afirmou que o país não deve ser gerido por interesses ligados ao mercado financeiro ou por figuras que, segundo ele, representam o retrocesso. “Esse país não será governado pelos sócios do Banco Master, pelos parentes do ex-banqueiro Daniel Vorcaro”, declarou o candidato.

O discurso também relembrou o período da pandemia de covid-19, com o presidente associando a oposição a uma gestão que, em sua visão, foi responsável por milhares de mortes. Além disso, Lula garantiu que o Brasil não retornará a ser governado pelo que classificou como “fascismo”, sinalizando uma estratégia de polarização clara para a reta final da disputa eleitoral.

Soberania nacional e símbolos pátrios

Acompanhado pela primeira-dama Janja Lula da Silva e por aliados locais, como o candidato ao governo do Distrito Federal, Leandro Grass (PT), e sua vice, Dora Gomes, o presidente buscou retomar a apropriação dos símbolos nacionais. Lula afirmou estar ao lado daqueles que “amam a bandeira verde e amarela”, estabelecendo um contraste com seus opositores.

“Do outro lado, estão aqueles que amam a bandeira americana. Essa é a bandeira daqueles que querem o Brasil soberano”, afirmou o petista. Segundo ele, o projeto de seus adversários seria entregar as riquezas nacionais para exploração estrangeira, enquanto sua gestão focaria na manutenção dos recursos para o povo brasileiro. O presidente confirmou que manterá uma agenda intensa de atos públicos, incluindo uma mobilização em Natal neste sábado (10), além de ampliar sua presença em debates na televisão e nas redes sociais.

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