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Brasil brilha no Mundial Paralímpico de judô com três medalhas de ouro em Tbilisi

Brasil brilha no Mundial Paralímpico de judô com três medalhas de ouro em Tbilisi
Sofia Brito/CBDV

Domínio brasileiro nos tatames da Geórgia

O judô paralímpico brasileiro reafirmou sua hegemonia no cenário internacional durante o segundo dia de disputas do Mundial em Tbilisi, na Geórgia. Neste sábado (26), a delegação nacional conquistou três medalhas de ouro, consolidando uma campanha expressiva que coloca o país entre as principais potências da modalidade. Com os resultados recentes, o Brasil acumula um total de dez pódios na competição, sendo três ouros, cinco pratas e dois bronzes.

A performance dos atletas brasileiros reflete um trabalho de base consistente e uma preparação de elite. O evento, que reúne os melhores judocas do mundo, serve como um termômetro importante para o ciclo esportivo atual, demonstrando a resiliência e a técnica apurada dos representantes brasileiros diante de adversários de alto nível.

Alana Maldonado e o legado de campeã

Um dos momentos mais aguardados do dia foi a consagração de Alana Maldonado. A judoca paulista, que já ostenta o status de bicampeã paralímpica na classe J2 (baixa visão) até 70 kg, provou mais uma vez por que é uma referência no esporte. Em uma final eletrizante contra a cazaque Ayala Mereke, Maldonado precisou de toda a sua experiência para decidir o confronto no golden score.

A vitória, garantida por um wazari, marcou o quarto título mundial da carreira da atleta. A conquista reforça a trajetória vitoriosa de Maldonado, que segue escrevendo seu nome na história do judô paralímpico mundial com consistência e foco absoluto em cada combate.

Consagração de Arthur Silva e Brenda Freitas

O sucesso brasileiro não parou por aí. Arthur Silva, competindo na classe J1 (cegos) até 95 kg, alcançou o bicampeonato mundial consecutivo. O potiguar, que também detém o título paralímpico conquistado em Paris 2024, superou o britânico Daniel Powell com um wazari, mantendo o ritmo vitorioso que apresentou no Mundial de 2025, em Astana.

Já Brenda Freitas, na classe J1 até 70 kg, protagonizou uma das finais mais rápidas e impactantes do dia. Com um ippon fulminante sobre a chinesa Wang Wenjing em menos de um minuto, a judoca defendeu com sucesso o título conquistado no ano passado, demonstrando uma superioridade técnica que impressionou o público presente em Tbilisi.

Resultados que impulsionam o esporte

Além dos medalhistas de ouro, outros nomes do judô nacional subiram ao pódio, contribuindo para a contagem geral de medalhas. Milena Freitas (classe J1, acima de 70 kg) e Marcelo Casanova (classe J2, até 95 kg) garantiram a medalha de prata, enquanto Rebeca Silva (classe J2, acima de 70 kg) e Felipe Amorim (classe J2, até 95 kg) conquistaram o bronze. Para acompanhar os desdobramentos finais do Mundial, que se encerra neste domingo (27) com as disputas por equipes, continue acompanhando o Canal 1 de Notícias, seu portal de referência para informações esportivas de qualidade e cobertura completa dos grandes eventos.

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