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Tráfico em MG: Homem preso com drogas em arroz e Venda por WhatsApp

Questionado, o suspeito afirmou que vendia as substâncias por valores que variavam de R$ 50,00 a...

Este artigo aborda tráfico em mg: homem preso com drogas em arroz e venda por whatsapp de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

A Prisão em Coroaci: Um Suspeito Conhecido da Polícia

Um homem de 20 anos, cuja identidade não foi revelada, foi detido na noite deste sábado (08) em Coroaci, no Vale do Rio Doce, sob acusação de tráfico de drogas. A prisão ocorreu após uma abordagem policial que logo revelou o perfil do suspeito. Ele já era amplamente conhecido pelas forças de segurança local, figurando em diversas denúncias anteriores relacionadas ao comércio de entorpecentes na região. Ao avistar a viatura policial, o indivíduo demonstrou um nervosismo acentuado e uma agitação incomum, comportamento que levantou suspeitas imediatas e motivou a ação dos militares da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).

Durante a revista pessoal, os agentes localizaram em posse do suspeito seis pinos contendo uma substância esbranquiçada, análoga à cocaína, além de um aparelho celular e uma nota de R$ 50,00 em dinheiro. Questionado no local, o homem confessou que a droga encontrada seria destinada a usuários que haviam realizado pedidos e efetuado a compra das substâncias ilícitas através do aplicativo de mensagens WhatsApp. Essa confissão inicial, aliada ao seu histórico criminal já consolidado como traficante, forneceu subsídios para a continuidade da investigação e o aprofundamento das buscas.

A PMMG já possuía informações de que o suspeito utilizava sua residência para armazenar grandes quantidades de entorpecentes. Com base nessa inteligência, a guarnição deslocou-se até o endereço indicado pelo autor. No imóvel, um dos policiais conseguiu acessar a laje do banheiro, a partir do quarto do suspeito, onde descobriu um recipiente inusitado: uma vasilha com arroz. Em meio aos grãos, foram encontrados mais 37 pinos de substância análoga à cocaína. O homem admitiu utilizar o arroz como método de conservação do entorpecente. Além disso, foram apreendidos 35 tabletes de substância análoga à maconha, embalados em papel filme e prontos para a comercialização, com valores de venda que variavam de R$50 a R$150. Diante dos fatos e da recusa em revelar a procedência das drogas por temor à vida, o suspeito foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para as demais providências legais.

Modus Operandi: Venda de Drogas Via WhatsApp e Esconderijo Inusitado

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A Operação Policial e a Descoberta na Residência

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As Drogas Apreendidas: Cocaína no Arroz e Maconha para Venda

A abordagem policial que culminou na prisão do homem de 20 anos em Coroaci (MG) revelou, inicialmente, a posse de seis pinos contendo uma substância esbranquiçada, análoga à cocaína. Essa descoberta preliminar, realizada durante uma revista pessoal, foi crucial para intensificar as suspeitas dos militares, que já tinham o indivíduo sob monitoramento devido a inúmeras denúncias relacionadas ao tráfico de drogas na região, indicando um modus operandi já conhecido.

Aprofundando a investigação, e com base em informações de que o suspeito armazenava mais entorpecentes em sua residência, a guarnição da PMMG deslocou-se ao endereço indicado. Durante a vistoria na casa, uma descoberta peculiar foi feita na laje do banheiro, acessível através do quarto do autor: um recipiente contendo arroz. Em meio aos grãos, foram localizados mais 37 pinos da mesma substância análoga à cocaína. O detido confessou aos policiais que utilizava o arroz como um método para "conservar" o entorpecente, uma tática que visava manter a qualidade da droga para a venda.

Além da cocaína encontrada, os militares apreenderam um volume significativo de maconha. Foram localizados 35 tabletes da substância análoga à maconha, cuidadosamente acondicionados em papel filme dentro de uma sacola, evidenciando que estavam preparados e prontos para o comércio. O suspeito informou que vendia as substâncias por valores que variavam entre R$ 50,00 e R$ 150,00, embora não tenha detalhado qual valor correspondia a cada tipo ou porção da droga. Questionado sobre a procedência dos entorpecentes, o traficante se recusou a fornecer informações, alegando temer pela própria vida.

Implicações Legais do Tráfico e o Combate ao Crime Organizado

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Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br

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