Os eleitores do Distrito Federal retornam às seções eleitorais neste domingo (25) para decidir o comando do governo distrital no segundo turno. A disputa polarizada coloca frente a frente os candidatos Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT), que mobilizam a atenção da população local após uma campanha intensa em busca de votos na capital do país e nas regiões administrativas.
O processo decisivo encerra semanas de mobilização política que movimentaram debates, ruas e redes sociais. A apuração ganha relevância diante do peso estratégico e administrativo que a gestão do Distrito Federal representa para a região central do Brasil.
Panorama da votação e perfil do eleitorado
O colégio eleitoral do Distrito Federal é composto por 2.253.132 eleitores aptos a exercer o direito ao voto. Desse total, o perfil demográfico aponta uma maioria feminina de 54%, enquanto os homens representam 46% do total de cidadãos habilitados para a votação deste domingo.
Em relação à autodeclaração de cor ou raça registrada pela Justiça Eleitoral, 49,17% dos votantes se identificam como pardos. Outros 38,02% declaram-se brancos, enquanto 11,71% são pretas, 0,89% amarelas e 0,22% indígenas. Os dados detalham a pluralidade da sociedade brasiliense na escolha democrática.
Trajetória e desempenho dos candidatos
No primeiro turno da disputa, a corrida eleitoral foi liderada por Celina Leão, que conquistou 49,93% dos votos válidos, totalizando 825.530 sufrágios. Natural de Goiânia (GO) e com 49 anos, ela é a atual governadora do Distrito Federal, cargo que assumiu definitivamente após a renúncia de Ibaneis Rocha, acumulando passagens anteriores pelos mandatos de deputada distrital e deputada federal.
O adversário na disputa, Leandro Grass (PT), garantiu a segunda colocação no primeiro pleito ao somar 34,47%, o equivalente a 569.930 votos. Professor e sociólogo de 41 anos, nascido em Brasília (DF), ele atuou como deputado distrital entre 2019 e 2022, concorreu ao governo distrital no pleito de 2022 e presidiu o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no período de 2023 a 2026. Para mais detalhes sobre a cobertura, acesse a Agência Brasil.
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