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Conselho de Paz de Trump: uma afronta à ONU?

CNN Brasil

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O Conselho de Paz de Trump: Uma Nova Visão Geopolítica?

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O Argumento da Afronta: Desafios ao Multilateralismo da ONU

A proposta de um "Conselho de Paz" pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem sido amplamente interpretada como uma afronta direta à Organização das Nações Unidas (ONU) e aos princípios fundamentais do multilateralismo. Essa iniciativa é vista por críticos não apenas como uma nova empreitada diplomática, mas como um desafio simbólico e substantivo à ordem global estabelecida. O emblema do conselho, que ostenta um escudo com um globo terrestre cercado por ramos de oliveira, assemelha-se notavelmente ao da ONU, mas com uma diferença crucial: enquanto o símbolo da ONU representa o mundo inteiro, o do Conselho de Trump centraliza a América do Norte, sugerindo uma mudança da inclusividade global para uma perspectiva "America First" que mina o mandato universal da ONU.

Esta centralização visual reflete uma contestação mais profunda aos princípios que regem a diplomacia internacional pós-Guerra Fria. Especialistas como o advogado Alessandro Soares argumentam que as próprias ações de Trump durante sua presidência já constituíam uma afronta ao cenário mundial, e que este conselho apenas formaliza essa postura. A iniciativa é percebida como um retorno a uma "tradição hobbesiana", onde a força prevalece na esfera mundial, e a um "mercantilismo" nas relações internacionais, em oposição direta à cooperação e à busca por soluções conjuntas que são pilares do sistema multilateral da ONU.

O cerne do argumento da afronta reside na percepção de que a criação de uma estrutura paralela, liderada por uma potência global frequentemente cética em relação às instituições internacionais, visa a redefinir o curso da geopolítica. Embora haja quem defenda que Trump esteja simplesmente preenchendo um vácuo deixado por um alegado enfraquecimento da ONU em crises como a invasão da Ucrânia pela Rússia ou conflitos no Oriente Médio, a visão predominante entre os críticos é que tal movimento mais deslegitima o sistema multilateral do que o complementa. Ele sinaliza uma tentativa de exercer o poderio militar e diplomático dos EUA de forma mais unilateral, desafiando a premissa de que os problemas globais exigem respostas coordenadas e coletivas sob a égide da ONU.

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Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br

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