O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, foi visto em um cenário diferente dos habituais campos de futebol nesta semana, marcando presença no Rio Open. Sua aparição no torneio de tênis, realizada na última terça-feira, dia 17, no Jockey Club Brasileiro, Zona Sul do Rio de Janeiro, chamou a atenção, revelando um lado mais pessoal e a solidariedade do treinador italiano com seus compatriotas em outras modalidades esportivas.
Presença Ilustre nas Quadras Cariocas
Com seu tradicional boné amarelo ostentando o emblema da CBF, o renomado treinador de 66 anos acompanhou de perto o segundo dia da chave principal do Rio Open. O objetivo de sua visita era claro: torcer pelo tenista italiano Matteo Berrettini. Ancelotti assistiu à partida de Berrettini contra o chileno Tomás Barrios, válida pela chave de simples do torneio, que acontecia na concorrida Quadra Guga Kuerten, evidenciando seu apoio ao atleta.
Do Carnaval à Raquete: Um Encontro Prévio Marcante
A relação entre Ancelotti e Berrettini não é recente. Apenas dois dias antes do encontro nas quadras de tênis, os dois ícones se cruzaram em um camarote na Marquês de Sapucaí, durante o primeiro dia dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial. Naquela ocasião festiva, Matteo Berrettini, atualmente na 57ª posição do ranking da ATP, apresentou sua avó, que possui nacionalidade brasileira, ao técnico da Seleção. O tenista aproveitou para fazer uma brincadeira descontraída, sugerindo que a matriarca faria 'pressão' sobre Ancelotti por bons resultados à frente da equipe nacional, estreitando ainda mais os laços entre eles.
A presença de Carlo Ancelotti em eventos de grande porte, tanto esportivos quanto culturais, demonstra sua crescente integração com o cenário brasileiro. Além de sua missão à frente da Seleção, o técnico tem aproveitado sua estadia no país para mergulhar na cultura local e apoiar o esporte em suas diversas formas, solidificando sua imagem como uma figura pública engajada e próxima do público brasileiro.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br