Jaciara, a 148 quilômetros de Cuiabá, foi palco de um triste e chocante episódio na noite do último sábado (25), quando uma mulher de 29 anos foi presa em flagrante, suspeita de agredir a própria filha, uma criança de apenas 10 anos de idade. A menina, que precisou ser hospitalizada devido à gravidade dos ferimentos, relatou à polícia ter sido violentamente atacada pela mãe com um cabo de rodo e socos.
A Descoberta das Agressões e o Atendimento Médico
A severidade da situação veio à tona no Hospital Municipal de Jaciara. Funcionários da unidade de saúde, ao notarem a natureza das lesões apresentadas pela criança – que eram nitidamente compatíveis com espancamento –, agiram prontamente e acionaram a Polícia Militar. O médico plantonista que atendeu a vítima detalhou um quadro alarmante: a menina possuía um ferimento visível de aproximadamente três centímetros, com exposição do tecido subcutâneo e sangramento ativo. Além disso, os exames iniciais revelaram marcas de múltiplos socos na região das costas, corroborando o depoimento da menor sobre a violência sofrida em casa.
Prisão em Flagrante e o Processo Legal
Com base nas informações fornecidas pelo hospital e a confirmação médica das agressões, as equipes policiais agiram rapidamente. A suspeita, identificada como a mãe da criança, foi localizada e detida em frente ao próprio Hospital Municipal, ainda no calor dos fatos. Ela recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzida à delegacia da Polícia Civil de Jaciara para as devidas providências legais. Em paralelo, o Conselho Tutelar foi imediatamente acionado para acompanhar a ocorrência e garantir a proteção e o bem-estar da menor, que permanece sob cuidados.
Enquanto a criança recebe o devido acompanhamento médico e psicológico, as autoridades de Jaciara seguem trabalhando para esclarecer as circunstâncias completas dessa lamentável ocorrência de violência doméstica. A prisão da mãe em flagrante reforça a seriedade do crime e a urgência na proteção de menores vulneráveis, com a comunidade aguardando o desfecho das apurações que estão em curso.
Fonte: https://g1.globo.com