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Jogos de Inverno: Saiba onde assistir à estreia Brasileira no snowboard

Pat Burgener, atleta brasileiro do snowboard halfpipe.  • Reprodução/Instagram/@patburgener

Este artigo aborda jogos de inverno: saiba onde assistir à estreia brasileira no snowboard de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

A Expectativa para os Jogos de Inverno Milão-Cortina 2026

A expectativa para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 é imensa, prometendo ser um evento marcante na história do movimento olímpico. Pela primeira vez, duas cidades-sede tão distintas, mas emblemáticas, unirão forças para organizar o maior evento multiesportivo de inverno. Milão, polo urbano de design e finanças, e Cortina d'Ampezzo, joia dos Dolomitas e já sede dos Jogos de Inverno de 1956, representarão uma fusão sem precedentes entre a efervescência metropolitana e a majestade alpina. Este modelo de co-organização visa otimizar recursos e infraestrutura, refletindo um compromisso com a sustentabilidade e a eficiência, elementos centrais na visão do Comitê Olímpico Internacional.

O planejamento para Milão-Cortina 2026 tem como pilar a utilização de estruturas existentes e temporárias, com um foco robusto na sustentabilidade ambiental e no legado de longo prazo para as regiões envolvidas. Mais de 80% das instalações serão preexistentes ou temporárias, minimizando a pegada de carbono e promovendo um modelo mais responsável de organização de megaeventos. Os locais de competição se espalharão por diversas cidades e vales do norte da Itália, desde patinação no gelo em Milão até esportes de neve nas icônicas montanhas dos Dolomitas e Alpes, como Livigno e Bormio, prometendo uma experiência única e visualmente deslumbrante tanto para atletas quanto para espectadores, além de um significativo impulsionamento do turismo e da economia local.

Conheça os Atletas Brasileiros: Patrick Burgener e Augustinho Teixeira

A delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 se prepara para uma estreia aguardada no snowboard halfpipe, com os atletas Patrick Burgener e Augustinho Teixeira. A dupla entrará em ação nas classificatórias desta quarta-feira (11), representando o Brasil e carregando a expectativa de um bom desempenho. Ambos os snowboarders, apesar de suas origens diversas, unem-se sob a bandeira brasileira, refletindo a crescente internacionalização do esporte e a busca por talentos ao redor do globo. Eles realizaram o último treino antes da qualificação no Livigno Snow Park, demonstrando preparação para os desafios da pista.

Patrick Burgener: A Experiência Suíça com Raízes Brasileiras

Com 31 anos, Patrick Burgener, carinhosamente conhecido como Pat, é um dos nomes mais experientes na equipe brasileira de snowboard. Nascido na Suíça, sua conexão com o Brasil se dá através de sua mãe, o que lhe confere a elegibilidade para competir pelo país sul-americano. Burgener é um atleta consolidado no cenário internacional do snowboard halfpipe, conhecido por sua técnica apurada e manobras de alto nível. Sua participação nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 representa não apenas sua paixão pelo esporte, mas também a contribuição de sua vasta experiência para o desempenho da delegação brasileira, sendo um competidor a ser observado.

Augustinho Teixeira: Juventude Argentina Representando o Brasil

Augustinho Teixeira, com apenas 20 anos, é a face da renovação no snowboard brasileiro. O jovem atleta, nascido na Argentina, compartilha com Burgener a ligação materna com o Brasil, o que o trouxe para a equipe nacional. Sua estreia nos Jogos Olímpicos de Inverno é um marco significativo em sua promissora carreira no halfpipe. A presença de Teixeira ao lado de um competidor mais experiente como Pat Burgener é uma oportunidade valiosa para seu desenvolvimento e amadurecimento no esporte. A expectativa é que Augustinho, com seu talento e energia, possa surpreender e ganhar experiência crucial para futuras edições dos Jogos de Inverno, projetando o Brasil no cenário global do snowboard.

Entendendo o Snowboard Halfpipe: Regras e Desafios da Pista

O snowboard halfpipe é uma das modalidades mais espetaculares e tecnicamente exigentes dos Jogos de Inverno, caracterizada por uma estrutura colossal em forma de "U" gigante, construída com neve compactada. Os atletas descem de um lado para o outro, impulsionando-se para fora da pista (o "coping") para realizar manobras aéreas complexas e giros acrobáticos. A pista, que possui dimensões padronizadas internacionalmente, apresenta paredes verticais que variam de 5 a 7 metros de altura, um fator crucial para a amplitude dos saltos e a grandiosidade das acrobacias executadas.

As regras do halfpipe exigem que os competidores executem uma série de manobras que são avaliadas por um painel de juízes experientes. A pontuação é baseada em múltiplos critérios essenciais: a amplitude, ou seja, a altura que o atleta atinge acima do coping; a dificuldade das manobras, que engloba rotações (verticais e horizontais), inversões e 'grabs' (atos de segurar a prancha no ar); a execução, que analisa a fluidez, o controle e a perfeição das aterrissagens; e a variedade de truques apresentados ao longo da descida. Geralmente, cada atleta tem direito a duas ou três descidas classificatórias, e a melhor pontuação é considerada para determinar os classificados para as fases seguintes.

Os desafios inerentes à pista de halfpipe são imensos e testam os limites físicos e mentais dos snowboarders. Manter uma velocidade constante e um ritmo perfeito entre as paredes é fundamental para ganhar altura suficiente e permitir a execução de manobras consecutivas de alto nível. A precisão nas aterrissagens é vital, pois um pequeno erro pode resultar em queda, perda significativa de impulso para a próxima manobra ou até mesmo lesão. Além disso, as condições climáticas, como vento forte, neblina ou neve recém-caída, podem alterar drasticamente a velocidade da pista e a visibilidade, exigindo uma capacidade de adaptação extraordinária e nervos de aço por parte dos atletas para dominar este palco gelado.

Programação Detalhada: Horários e Onde Assistir à Classificatória

Os torcedores brasileiros terão um motivo especial para ligar a televisão nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, com a estreia da dupla Patrick Burgener e Augustinho Teixeira nas classificatórias do snowboard halfpipe masculino pelos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026. A competição, que promete adrenalina e manobras espetaculares, ocorrerá no renomado Livigno Snow Park, na Itália. Ambos os atletas, embora nascidos fora do Brasil – Burgener, de 31 anos, na Suíça, e Teixeira, de 20, na Argentina – representam as cores nacionais com orgulho, impulsionados por suas mães brasileiras, adicionando uma camada emotiva à sua participação. A preparação para este momento decisivo foi intensa, com a dupla realizando o último treino oficial nesta terça-feira, aprimorando os detalhes técnicos e a fluidez de suas performances na pista de halfpipe.

Programação Detalhada das Classificatórias

A fase classificatória do snowboard halfpipe masculino é fundamental para os atletas que almejam avançar na competição, e será dividida em duas descidas cruciais. Durante cada apresentação, os competidores buscarão as melhores pontuações, que são atribuídas com base na altura, dificuldade das manobras, execução e aterrissagem. A consistência e a capacidade de realizar manobras complexas e limpas em ambas as corridas serão decisivas para o sucesso dos brasileiros. É importante que os fãs atentem-se aos horários para acompanhar cada detalhe:

Corrida 1: Data: 11 de fevereiro de 2026 Horário: 15h30 (horário de Brasília)

Corrida 2: Data: 11 de fevereiro de 2026 Horário: 16h27 (horário de Brasília)

Onde Assistir e Torcer pelos Atletas

Para não perder nenhum detalhe da performance de Patrick Burgener e Augustinho Teixeira, os fãs dos esportes de inverno terão diversas opções para acompanhar a transmissão ao vivo das classificatórias. Os principais canais de esporte que possuem os direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos de Inverno em território brasileiro deverão exibir a modalidade de snowboard, dada a relevância da estreia dos atletas nacionais. Além da televisão, plataformas de streaming ligadas a esses canais ou os serviços de streaming olímpicos oficiais são excelentes alternativas para assistir à competição em tempo real, seja por computador, tablet ou smartphone. Recomenda-se vivamente verificar a programação específica de sua operadora de TV a cabo ou dos serviços de streaming de sua preferência para confirmar os canais e horários exatos da transmissão em sua região, garantindo que você esteja pronto para vibrar a cada manobra e torcer pelos representantes do Brasil nesta jornada olímpica.

A Jornada do Brasil nos Esportes de Inverno e as Expectativas

A trajetória do Brasil nos esportes de inverno, embora desafiadora por sua geografia tropical, é marcada por uma persistência notável e uma evolução gradual ao longo das décadas. Desde a primeira participação em Garmisch-Partenkirchen 1936, a nação sul-americana tem buscado consolidar sua presença e competitividade em modalidades como esqui alpino, cross-country, bobsled e, mais recentemente, no snowboard. Os primeiros anos foram pautados pela representatividade e pelo ineditismo, com a delegação brasileira frequentemente enfrentando a escassez de infraestrutura e o treinamento especializado, características inerentes a um país sem neve.

Contudo, os últimos ciclos olímpicos têm demonstrado uma mudança de perspectiva. O Brasil tem investido no desenvolvimento de atletas, tanto aqueles formados em centros de treinamento fora do país quanto talentos que despontam localmente, mesmo com as limitações. As expectativas para os Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026 refletem essa maturidade, visando não apenas a participação, mas a busca por resultados que superem as marcas anteriores. Espera-se que os atletas demonstrem um desempenho consistente, aproveitando cada oportunidade para ganhar experiência e elevar o nível da participação brasileira no cenário mundial dos esportes de gelo e neve.

Um pilar fundamental para o avanço brasileiro tem sido a integração de atletas com raízes no país, mas que desenvolveram suas carreiras em nações com forte tradição nos esportes de inverno. Nomes como Patrick Burgener e Augustinho Teixeira, ambos com mães brasileiras, exemplificam essa estratégia. Eles trazem consigo uma bagagem técnica e competitiva de alto nível, contribuindo diretamente para a qualidade da delegação. A jornada do Brasil nos esportes de inverno é, portanto, uma narrativa de resiliência, adaptação e otimismo, onde cada edição olímpica representa um degrau na construção de um legado e na inspiração de novas gerações de atletas.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br

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