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Trump aponta refinarias nos EUA e na Rússia como causas da alta da gasolina

Trump afirma que alta da gasolina nos EUA é causada por problemas em refinarias na Rússia e em estados democratas, descartando crise em Ormuz.

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  • O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (5) que a recente escalada nos preços da gasolina no país não…
  • Segundo o político, o cenário atual de elevação dos custos nas bombas é impulsionado por gargalos operacionais e ataques diretos a refinarias…
  • Em uma publicação realizada na rede social Truth Social, Trump argumentou que o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz tem se…
Trump aponta refinarias nos EUA e na Rússia como causas da alta da gasolina
Presidente dos EUA, Donald Trump • Jonathan Ernst/Reuters

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (5) que a recente escalada nos preços da gasolina no país não está mais atrelada às tensões geopolíticas no Estreito de Ormuz. Segundo o político, o cenário atual de elevação dos custos nas bombas é impulsionado por gargalos operacionais e ataques diretos a refinarias em território norte-americano e russo.

Em uma publicação realizada na rede social Truth Social, Trump argumentou que o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz tem se mantido estável, com a circulação de um volume recorde de barris quase diariamente. Para ele, essa normalização do tráfego marítimo na região do Oriente Médio retira o peso da guerra como o principal fator de pressão sobre a oferta global de combustíveis.

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Impacto dos ataques a refinarias russas

O foco da análise de Trump recai sobre a infraestrutura de processamento de petróleo. O ex-presidente destacou que os ataques realizados pela Ucrânia contra instalações energéticas na Rússia têm gerado um impacto direto na oferta global. De acordo com informações do Ministério da Defesa da Ucrânia, as operações militares recentes teriam comprometido uma parcela significativa da capacidade de refino russa, o que, por consequência, afeta o mercado internacional de derivados de petróleo.

Essa estratégia de Kiev faz parte de um esforço para enfraquecer a economia russa, limitando sua capacidade de exportação e processamento. Contudo, o efeito colateral é sentido por consumidores em diversas partes do mundo, que observam a volatilidade dos preços do combustível nas refinarias que abastecem o mercado global.

Críticas à política energética interna

Além da conjuntura internacional, Trump aproveitou o posicionamento para criticar a gestão energética dentro dos Estados Unidos. O ex-presidente apontou o fechamento de unidades de refino em estados governados pelo Partido Democrata, com ênfase na Califórnia, como um fator agravante para a alta dos preços.

Para Trump, políticas locais que restringem a operação ou a expansão de refinarias contribuem para a escassez de oferta interna, tornando o mercado norte-americano mais vulnerável a choques externos. O debate sobre a autonomia energética e a regulação ambiental das refinarias permanece como um ponto central de divergência entre as correntes políticas do país, refletindo diretamente no custo de vida da população.

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