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Indústria extrativa de minerais críticos no Brasil já soma 129 mil postos de trabalho

Setor de minerais críticos e estratégicos atinge 129 mil empregos no Brasil, impulsionado por expansão na indústria extrativa mineral.

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  • As atividades voltadas ao setor de minerais críticos e estratégicos no Brasil alcançaram a marca de 129.423 postos de trabalho formais.
  • O montante representa 57% de toda a mão de obra empregada na indústria extrativa mineral nacional, refletindo a relevância socioeconômica dessas substâncias…
  • Os dados consolidados fazem parte do Portal de Minerais Críticos e Estratégicos, lançado pela Agência Nacional de Mineração.Panorama dos estados produtoresA distribuição…
Indústria extrativa de minerais críticos no Brasil já soma 129 mil postos de trabalho
© Sigma Lithium/Divulgação

As atividades voltadas ao setor de minerais críticos e estratégicos no Brasil alcançaram a marca de 129.423 postos de trabalho formais. O montante representa 57% de toda a mão de obra empregada na indústria extrativa mineral nacional, refletindo a relevância socioeconômica dessas substâncias para o desenvolvimento produtivo e tecnológico do país.

Quando confrontado com o mercado de trabalho verificado em 2023, o setor apresentou uma expansão expressiva de 8,6%. Os dados consolidados fazem parte do Portal de Minerais Críticos e Estratégicos, lançado pela Agência Nacional de Mineração.

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Panorama dos estados produtores

A distribuição geográfica da mão de obra demonstra forte concentração em unidades da federação com histórico na mineração de grande porte. Minas Gerais lidera com folga o ranking nacional, somando 62.631 postos de trabalho formais vinculados diretamente à cadeia dos minerais críticos e estratégicos.

Em seguida aparecem o Pará, com 27.047 trabalhadores, e a Bahia, que registra 9.147 ocupações no setor. O painel estatístico também detalha a realidade de municípios específicos que servem de polo para essas operações extrativas no território brasileiro.

Perfil demográfico e educacional

A composição demográfica do setor exibe predominância masculina, respondendo por 78% do total, o equivalente a 100.765 trabalhadores. Por sua vez, as mulheres ocupam 22% dos postos disponíveis, totalizando 28.658 profissionais contratados formalmente nas diversas frentes de exploração.

No recorte voltado à qualificação profissional, o cenário se divide da seguinte forma:

  • Trabalhadores com mão de obra qualificada somam 51.714 postos.
  • Profissionais com ensino superior atingem 30.707 vagas.
  • O extrativismo do ferro lidera o volume de empregos com 70.027 vagas.
  • O setor de metais preciosos figura na sequência com 21.313 postos.

Remuneração e desempenho econômico

O nível de escolaridade influencia diretamente os rendimentos médios pagos aos profissionais do setor extrativo. Trabalhadores com instrução fundamental receberam em média R$ 3.218, enquanto aqueles com ensino médio alcançaram R$ 4.142 e os graduados registraram média salarial de R$ 11.856.

No aspecto produtivo, o país contava com 1.012 áreas em plena atividade extrativa. A movimentação econômica decorrente dessa exploração gerou o montante de R$ 250,4 bilhões para a economia nacional ao longo do período analisado.

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