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Diretora de presídio no Rio é afastada e presa após flagrante de desvio de carnes e queijos

Diretora de presídio em Benfica, no Rio de Janeiro, é afastada e presa em flagrante com carnes e queijos no porta-malas do carro.

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  • A diretora do Instituto Penal Oscar Stevenson, localizado no bairro de Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro, foi afastada das…
  • A ocorrência mobilizou órgãos de segurança do estado e resultou na autuação em flagrante da servidora pública na delegacia da região.O caso…
  • Dentro do veículo, os agentes encontraram diversos mantimentos que deveriam ser destinados ao consumo interno da cadeia.Apreensão de mantimentos no porta-malasDurante a…
Diretora de presídio no Rio é afastada e presa após flagrante de desvio de carnes e queijos
1 de 1 Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica — Foto: Reprodução/TV Globo

A diretora do Instituto Penal Oscar Stevenson, localizado no bairro de Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro, foi afastada das funções e exonerada do cargo após ser suspeita de desviar gêneros alimentícios do estabelecimento prisional. A ocorrência mobilizou órgãos de segurança do estado e resultou na autuação em flagrante da servidora pública na delegacia da região.

O caso veio à tona após uma operação de monitoramento realizada por equipes de inteligência e controle interno, que culminou na abordagem de um automóvel nas imediações da unidade prisional feminina. Dentro do veículo, os agentes encontraram diversos mantimentos que deveriam ser destinados ao consumo interno da cadeia.

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Apreensão de mantimentos no porta-malas

Durante a verificação do carro estacionado próximo ao presídio, os policiais e inspetores realizaram a abertura do porta-malas e localizaram um carregamento diversificado de produtos. Entre os itens apreendidos estavam carnes, frango, peixe, linguiça, queijos, frutas, óleo, leite, café e achocolatados.

A revista veicular ocorreu na presença da própria diretora. Questionada pelas equipes de fiscalização sobre a procedência da carga e a existência de documentos fiscais ou autorizações, a servidora admitiu não possuir nenhuma nota fiscal ou comprovante que justificasse o transporte dos mantimentos.

Justificativa e encaminhamento policial

Em sua defesa preliminar durante a abordagem, a diretora alegou que os produtos haviam sido recolhidos nas dependências do presídio sob a premissa de que não seriam mais consumidos pelos detentos. Segundo o relato colhido pelas autoridades, a intenção seria destinar os mantimentos a um centro espírita.

Diante da situação de flagrante, a servidora, o automóvel utilizado no transporte e toda a carga de alimentos foram encaminhados à 21ª DP, localizada em Bonsucesso. Na delegacia, o caso foi registrado e a suspeita acabou autuada pelo crime de peculato.

Medidas administrativas da Secretaria de Polícia Penal

A Secretaria Estadual de Polícia Penal (Seppen) informou que adotou medidas rigorosas assim que as irregularidades foram confirmadas. Além da exoneração imediata do cargo de direção, foi determinado o início de um processo administrativo disciplinar para apurar todas as responsabilidades no âmbito funcional.

Em nota oficial divulgada à imprensa, a pasta enfatizou que a instituição não tolera qualquer tipo de desvio de conduta ou prática ilícita por parte de seus agentes. Para mais detalhes sobre investigações e segurança pública, continue acompanhando as notícias atualizadas no Canal 1 de Notícias, seu portal de referência para informação de qualidade.

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