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Brasil alcança a quinta posição na final por equipes do Mundial de Ginástica em Roterdã

Seleção brasileira fica em quinto lugar na final por equipes do Mundial de Ginástica Artística, realizado em Roterdã, nos Países Baixos.

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  • A seleção brasileira de ginástica artística encerrou sua participação na grande final por equipes do Mundial da modalidade com um consistente quinto…
  • Disputada em Roterdã, a competição reuniu as principais potências globais do esporte em apresentações de alto nível técnico e grande exigência física.O…
  • A apresentação da equipe foi marcada por uma execução limpa, exibindo raras falhas e nenhuma queda nos aparelhos, o que garantiu uma…
Brasil alcança a quinta posição na final por equipes do Mundial de Ginástica em Roterdã
Reprodução / agenciabrasil.ebc.com.br

A seleção brasileira de ginástica artística encerrou sua participação na grande final por equipes do Mundial da modalidade com um consistente quinto lugar. Disputada em Roterdã, a competição reuniu as principais potências globais do esporte em apresentações de alto nível técnico e grande exigência física.

O quinteto brasileiro, liderado pelas experientes medalhistas olímpicas Rebeca Andrade e Flávia Saraiva, somou 159.730 pontos ao término das rotinas. A apresentação da equipe foi marcada por uma execução limpa, exibindo raras falhas e nenhuma queda nos aparelhos, o que garantiu uma sólida progressão na tabela geral em comparação à fase de classificação.

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Desempenho consistente e evolução na tabela

Na fase anterior, realizada dias antes, as brasileiras haviam assegurado a última vaga na decisão ao fecharem a etapa inicial na oitava colocação, com um somatório de 159,131 pontos. Na disputa decisiva, contudo, o conjunto nacional foi o único entre todos os finalistas a elevar sua pontuação total, o que permitiu o salto de três posições na classificação final.

Além de Rebeca e Flavinha, o grupo que representou o país contou com o talento de Lorrane Oliveira, Thais Fidelis, Sophia Wesiberg e a reserva Gabriela Bouças. A consistência técnica demonstrada nas apresentações reforça a competitividade do programa brasileiro no cenário internacional.

Pódio inédito e quebra de hegemonia

A disputa pelas medalhas no Mundial reservou surpresas e marcos históricos para a ginástica artística mundial. O topo do pódio ficou com a China, que alcançou a marca de 165.764 pontos e encerrou um jejum de 20 anos sem conquistar o ouro na competição por equipes, quebrando a longa hegemonia dos Estados Unidos.

As norte-americanas terminaram com a medalha de prata ao somarem 165.531 pontos, enquanto a tradicional equipe do Japão faturou o bronze com 164.063, subindo ao pódio mundial da categoria após um intervalo de 60 anos. Com esses resultados, China, Estados Unidos e Japão asseguraram de forma direta suas vagas para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, enquanto a França ficou na quarta posição, com 161.130 pontos.

Perspectivas e próximos desafios da equipe

Após o encerramento da competição, a ginasta Flávia Saraiva destacou a importância do resultado obtido e projetou os passos futuros do grupo rumo aos próximos ciclos olímpicos e competições internacionais.

“Nosso principal objetivo era a classificação para o Mundial de 2027. Sabemos que a caminhada é dura. O primeiro passo a gente já deu. Agora é continuar treinando. Não há segredos, já sabemos como é”, afirmou a atleta, ressaltando que a próxima edição do torneio mundial distribuirá as vagas oficiais para os Jogos seguintes.

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