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Alckmin defende redução da maioridade penal para crimes graves durante agenda na Bahia

Vice-presidente Geraldo Alckmin defende redução da maioridade penal para crimes graves e critica postura da oposição sobre escala de trabalho.

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  • Posicionamento sobre a maioridade penal O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) manifestou, nesta quinta-feira (15), apoio à redução da maioridade penal para casos…
  • Durante agenda de campanha realizada em Salvador, ao lado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), o vice-presidente afirmou ser favorável à…
  • A declaração ganha contornos de debate político intenso, ocorrendo logo após a oposição apresentar uma emenda à Proposta de Emenda à Constituição…
Alckmin defende redução da maioridade penal para crimes graves durante agenda na Bahia
PSB

Posicionamento sobre a maioridade penal

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) manifestou, nesta quinta-feira (15), apoio à redução da maioridade penal para casos específicos. Durante agenda de campanha realizada em Salvador, ao lado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), o vice-presidente afirmou ser favorável à medida para jovens a partir dos 16 anos envolvidos em crimes graves, como homicídio e latrocínio.

A declaração ganha contornos de debate político intenso, ocorrendo logo após a oposição apresentar uma emenda à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública sugerindo a alteração. A pauta é uma das principais bandeiras defendidas pelo senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, e coloca em evidência divergências ideológicas sobre o sistema penal brasileiro.

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Críticas à postura da oposição sobre a escala 6×1

Além do tema da segurança, Alckmin aproveitou a oportunidade para comentar a recente aprovação da PEC que propõe o fim da escala de trabalho 6×1. O vice-presidente criticou a postura de parlamentares do PL, que votaram favoravelmente à matéria na quarta-feira (14) após terem sinalizado resistência inicial.

Para Alckmin, o voto da oposição foi motivado por um “medo eleitoral”. Ele reforçou a necessidade de cautela, citando relatos de que o senador Flávio Bolsonaro já teria sinalizado a empresários a possibilidade de revisar a mudança caso seja eleito. “Vamos ficar atentos à verdade, queremos fazer justiça para que o trabalhador possa estudar e cuidar da saúde e da casa”, afirmou o vice-presidente.

Segurança jurídica e ajuste fiscal

O vice-presidente também abordou temas sensíveis à economia e à democracia. Sobre as recentes acusações da campanha de Lula contra a Meta, dona do Instagram e Facebook, por suposto tratamento desigual na entrega de conteúdos, Alckmin defendeu a necessidade de isenção e segurança jurídica por parte da Justiça Eleitoral, classificando-a como uma conquista fundamental para o país.

Ao ser questionado sobre a condução de um eventual ajuste fiscal em um novo mandato, Alckmin foi enfático ao descartar cortes que atinjam a parcela mais vulnerável da população. “Não é possível fazer um ajuste fiscal em cima do aposentado”, declarou, ressaltando que a prioridade deve ser o combate a privilégios e aos chamados supersalários, em vez de reduzir benefícios de quem recebe um salário mínimo.

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