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Abstenção em São Paulo atinge 22,5% no primeiro turno das eleições de 2026

São Paulo registra 22,5% de abstenção no primeiro turno das eleições de 2026, superando a média nacional e os índices de pleitos anteriores.

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  • Cenário de ausência nas urnas paulistas O primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 consolidou um cenário de distanciamento de parte do…
  • Segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o estado de São Paulo registrou uma taxa de abstenção de 22,5%.
  • O índice coloca o maior colégio eleitoral do país acima da média nacional, que fechou o pleito com 21,6% de ausências.
Abstenção em São Paulo atinge 22,5% no primeiro turno das eleições de 2026
© Rovena Rosa/Agência Brasil

Cenário de ausência nas urnas paulistas

O primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 consolidou um cenário de distanciamento de parte do eleitorado paulista. Segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o estado de São Paulo registrou uma taxa de abstenção de 22,5%. O índice coloca o maior colégio eleitoral do país acima da média nacional, que fechou o pleito com 21,6% de ausências.

A dimensão do número é expressiva: dos mais de 34,1 milhões de eleitores aptos a exercer o direito ao voto no estado, cerca de 7,6 milhões não compareceram às seções eleitorais no último domingo (4). Na capital paulista, o fenômeno foi ainda mais acentuado, com 23,4% do eleitorado optando por não votar, o que representa mais de 2,1 milhões de cidadãos ausentes.

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Comparativo histórico e tendência de crescimento

A análise dos números revela uma tendência de alta na abstenção em comparação aos pleitos anteriores. Em 2022, o estado registrou 21,6% de ausências, totalizando 7,4 milhões de eleitores que não compareceram. O cenário atual também supera os dados de 2018, quando 21,5% do eleitorado paulista, ou 7,1 milhões de pessoas, deixaram de votar.

O crescimento gradual do índice de abstenção é um ponto de atenção para analistas políticos e autoridades eleitorais. A abstenção nacional, que somou 33 milhões de brasileiros, reflete um desafio contínuo para a democracia representativa, que busca formas de engajar o cidadão no processo de escolha de seus representantes.

Votos brancos e nulos no Legislativo e Executivo

Além das ausências, o comportamento do eleitor que compareceu às urnas também demonstrou insatisfação ou indecisão. Na disputa pelo governo do estado, os votos brancos somaram 5,11% (1,3 milhão), enquanto os votos nulos atingiram 7,3% (1,9 milhão).

O cenário de votos brancos e nulos foi ainda mais expressivo nas eleições proporcionais e para o Senado:

  • Senado: 4,2 milhões de brancos (8,1%) e 5,1 milhões de nulos (9,7%).
  • Câmara Federal: 1,5 milhão de brancos (5,9%) e 1,1 milhão de nulos (4,3%).
  • Assembleia Legislativa: 1,8 milhão de brancos (7%) e 1,2 milhão de nulos (4,6%).

Esses números reforçam a complexidade da escolha do eleitor em um sistema de votação que abrange múltiplos cargos simultaneamente. O Canal 1 de Notícias segue acompanhando os desdobramentos do pleito e a análise dos impactos desses resultados na composição dos poderes legislativos e executivos. Continue conosco para mais informações atualizadas e uma cobertura completa sobre os rumos da política brasileira.

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