Restrição vale para qualquer equipamento capaz de comprometer o sigilo do voto
CRÉDITOS:

O eleitor não poderá entrar na cabine de votação com celular, smartwatch, câmera ou qualquer equipamento capaz de registrar, transmitir ou divulgar o voto nas eleições de 2026. A proibição vale mesmo que o aparelho esteja desligado.
A restrição inclui máquinas fotográficas, filmadoras, óculos inteligentes com capacidade de gravação, relógios e pulseiras conectados, câmeras corporais, microcâmeras e equipamentos de radiocomunicação.
Objetos como canetas, chaveiros, bonés, chapéus e broches também não podem ser levados para a cabine caso tenham câmera, microfone ou recurso de comunicação. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a medida busca preservar o sigilo do voto e impedir que a escolha feita na urna seja registrada ou transmitida.
Antes de votar, o eleitor deverá desligar os aparelhos e depositá-los, junto com os demais pertences, em local próprio, à vista da mesa receptora e do próprio eleitor. Os objetos serão devolvidos depois da votação.
Celular pode ser usado para apresentar documento
A proibição não impede o uso do celular para apresentar o e-Título ou outro documento de identificação digital aceito pela Justiça Eleitoral. Depois da identificação, contudo, o aparelho deve ser desligado e deixado no local destinado aos pertences antes de o eleitor entrar na cabine.
Quem se recusar a entregar o equipamento não será autorizado a votar naquele momento. O caso deverá ser registrado em ata pelo presidente da mesa e, se necessário, a força policial poderá ser acionada.



Concurso da Câmara dos Deputados abre vagas com salários de R$ 32 mil
Eleições no Rio contam com monitoramento integrado de forças de segurança
Flávio Bolsonaro critica atuação do STF durante ato de campanha em Americana
Eleições 2026: entenda por que o voto para senador exige atenção redobrada
