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Cachorra resgatada na prefeitura de Rio Claro ganha novo lar e rotina entre servidores

Cachorra abandonada na prefeitura de Rio Claro é adotada por servidores e prefeito, tornando-se símbolo de afeto e responsabilidade na cidade.

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  • Acolhimento no ambiente de trabalho O que começou como um caso de abandono nas dependências da Prefeitura de Rio Claro, no Rio…
  • Há cerca de três meses, uma cachorra, que recebeu o nome de Nina, foi deixada no local, mas, em vez de ser…
  • A presença do animal mudou a dinâmica do prédio.
Cachorra resgatada na prefeitura de Rio Claro ganha novo lar e rotina entre servidores
1 de 2 Cachorra abandonada na Prefeitura de Rio Claro é adotada e vira companhia de servidores — Foto: Duda Camilo - PMRC

Acolhimento no ambiente de trabalho

O que começou como um caso de abandono nas dependências da Prefeitura de Rio Claro, no Rio de Janeiro, transformou-se em uma história de afeto e responsabilidade compartilhada. Há cerca de três meses, uma cachorra, que recebeu o nome de Nina, foi deixada no local, mas, em vez de ser retirada, acabou conquistando o coração dos servidores públicos que atuam na sede do Executivo municipal.

A presença do animal mudou a dinâmica do prédio. Nina não é apenas uma visitante, mas parte integrante da rotina administrativa. O acolhimento foi formalizado pelo prefeito Babton Biondi, que assumiu a responsabilidade pela adoção, garantindo que a cadela recebesse todos os cuidados necessários para uma vida saudável e segura.

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Rotina de cuidados e convivência

A estrutura montada para Nina reflete o compromisso dos funcionários com o bem-estar animal. Durante os dias úteis, ela permanece no prédio da prefeitura, onde possui cama própria e brinquedos. A rotina inclui banhos semanais e um rigoroso controle de vacinação, assegurando que o animal esteja sempre protegido.

Para garantir que Nina não fique desassistida, foi criado um sistema de revezamento entre os servidores. Nos fins de semana, ela é acolhida na casa de funcionários que se voluntariaram para cuidar dela, retornando ao prédio administrativo sempre às segundas-feiras. Esse modelo de cuidado coletivo demonstra como a empatia pode transformar espaços públicos em ambientes mais humanizados.

Impacto emocional e responsabilidade social

O vigia Arnaldo Tarcilio da Silva, que trabalha diariamente na sede, relata que a adaptação foi gradual. O que inicialmente causou estranhamento deu lugar a um forte vínculo afetivo. “Hoje quando chego para trabalhar e não a vejo sinto até falta. Ela é um animalzinho muito amigo, aonde eu fico ela está sempre ali pertinho de mim”, afirmou o servidor.

O prefeito Babton Biondi aproveitou o caso para reforçar uma mensagem importante sobre a posse responsável. Segundo o gestor, acolher um animal é uma decisão que exige comprometimento a longo prazo. “Quando alguém decide levar um animal para casa, precisa entender que está assumindo um compromisso para a vida toda”, destacou o prefeito, reforçando que a iniciativa em Rio Claro serve como um exemplo positivo de proteção animal.

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